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by jairo2k

A Teoria do Big Brain

26/07/2010 in Literatura

A humanidade sempre se perguntou: O que existe? O que somos nós? O que é o universo, O que é a alma? O que é a vida? Deus existe? O que são o bem e o mal? O sobrenatural existe? Para tentar responder a estas perguntas os pensadores e pesquisadores geraram muitos conhecimentos, porém não conseguiram integrá-los sem conflitar com o conhecimento empírico. Isto ocorreu porque a visão holística da realidade depende da variável vontade da natureza, pois somente através desta é Continuar Lendo

Literatura: CERRO EM CHAMAS ENCANTADAS

17/05/2010 in Literatura

*Por Tarcisio Pereira. Se a história porta elementos ficcionais, as narrativas ficcionais também portam concepções de história que acabam orientando a construção literária. Essa é a proposta do escritor J Rodrigues Vieira em CERRO EM CHAMAS ENCANTADAS (ISBN: 978-85-7716-389-2) que conta uma tragédia premeditada num lugarejo entre os vales do Centro Sul Baiano nos primeiros anos da década de trinta do século XX. CERRO EM CHAMAS ENCANTADAS expressa a expansão e mapeamento da Continuar Lendo

O CINEMATISMO E O PAPEL DO LEITOR IMERSIVO EM MEMÓRIAS SENTIMENTAIS DE JOÃO MIRAMAR.

02/02/2010 in Literatura

O CINEMATISMO E O PAPEL DO LEITOR IMERSIVO EM MEMÓRIAS SENTIMENTAIS DE JOÃO MIRAMAR. Marcos Holanda Almeida 1- Introdução A obra Memórias Sentimentais de João Miramar (1990), juntamente com Serafim Ponte Grande (1980) marca, segundo os críticos, o momento de maior inovação e, por conseguinte, o ápice da prosa inventiva de Oswald de Andrade. Esta inventividade está presente, como já o indica o próprio prefácio do livro, no uso da linguagem condensada e da metáfora lancinante. Continuar Lendo

A Cena Narrativa no conto Rush, de André Sant’Anna.

02/02/2010 in Literatura

A Cena Narrativa no conto Rush, de André Sant’Anna. Marcos Holanda Introdução No conto Rush, de André Sant’Anna vemos como a técnica do showing (mostrar) se adequa a análise da narrativa contemporânea. Em Rush, nós leitores somos transformados em passageiros de um táxi que circula pela cidade cujo motorista com sua linguagem grotesca e brutal tudo observa e analisa segundo ótica da época ditadura. Trata-se de uma história onde o narrador é personagem e também Continuar Lendo

O NARRADOR COMO REGENTE: O PAPEL DO NARRADOR NO ROMANCE DE DOSTOIÉVSKI.

13/01/2010 in Literatura

Marcos Holanda Almeida O NARRADOR COMO REGENTE: O PAPEL DO NARRADOR NO ROMANCE DE DOSTOIÉVSKI. Análise Este ensaio tem por objetivo básico analisar a posição do narrador no romance de Dostoiévski segundo a conceito de dialogia proposto por Bakhtin. O narrador, do ponto de vista dialógico, atende a uma posição de regente, ou seja, não dita as vozes das personagens, não pré-determina o que estas vão falar, mas antes orquestra-as, harmoniza o discurso polifônico das personagens Continuar Lendo

Resenha do livro “As idéias de Barthes” de Jonathan Culle

13/01/2010 in Literatura

Resenha do livro “As idéias de Barthes” de Jonathan Culler. Marcos Holanda 1 Um homem múltiplo. Barthes é famoso por razões contraditórias. Para muitos, eles é, acima de tudo, um estruturalista, talvez o estruturalista, defensor de uma abordagem de caráter sistemático científico dos fenômenos culturais. O mais proeminente promotor da semiologia, a literatura estruturalista. Barthes representa não a ciência, mas o prazer: os prazeres vinculados à leitura e ao direito de o Continuar Lendo

Livro incentiva o debate contra a violência sexual

13/01/2010 in Literatura

Localizar uma mulher cabível a detalhar a violência sexual, certamente, foi um grande desafio de Deus e que a profissão de jornalista me confiou. Com o objetivo de estimular o debate, alertar olhares ignorantes e mentes fechadas ao tema, conquistei o meu espaço junto às vítimas e finalizei o livro-reportagem Cicatrizes – Relatos de Violência Sexual, publicado pela Palavra e Prece Editora. Em histórias verídicas e descritas por pseudônimos, destaco aqui o testemunho de Girassol, um Continuar Lendo

PLURILINGUISMO NO ROMANCE MEMÓRIAS SENTIMENTAIS DE JOÃO MIRAMAR, DE OSWALD DE ANDRADE.

29/12/2009 in Literatura

Marcos Holanda Almeida[1] PLURILINGUISMO NO ROMANCE MEMÓRIAS SENTIMENTAIS DE JOÃO MIRAMAR, DE OSWALD DE ANDRADE. ANÁLISE Oswald de Andrade sempre procurou, com seu estilo paródico, satírico e arrojado, não só romper com os cânones do passado, mas também a partir de sua devoração crítica (antropofagia) criar as bases de uma nova literatura, verdadeiramente afinada com a modernidade. Seu romance invenção, Memórias Sentimentais de João Miramar, é a primeira experiência com Continuar Lendo

A leitura em crise

24/09/2009 in Literatura

A leitura traduz uma relação com a linguagem,pois o ato de ler se configura como uma relação privilegiada com o real,já que engloba tanto um convívio com a linguagem, como o exercício hermenêutico de interpretação dos significados ocultos que o texto enigmático suscita.Ela pode ser qualificada como a mediadora entre cada ser humano e seu presente. Trabalhar descontraidamente o texto pode servir à recuperação da emoção e da afetividade.Ler não é decifrar, é a partir de um Continuar Lendo

Definição de Humor – segundo Monteiro Lobato

22/09/2009 in Literatura

A primeira vez que eu vi alguém escrevendo (“filosofando”) sobre humor foi Monteiro Lobato em “Prefácios e Entrevistas” (Ed. Brasiliense, 1950). Este livro eu li ainda na década de 80… Monteiro Lobato tentava definir o que era humor no texto “Prefácio à Antologia de Contos Humorísticos”. Para Lobato (página 12), “Humor é a maneira imprevisível, certa e filosófica de ver as coisas”. Lobato, depois de passear por diversos autores Continuar Lendo